O Processo de aprendizagem na simulação clínica pediátrica e o papel das tecnologias educativas

uma revisão sistemática

Autores

DOI:

https://doi.org/10.59681/2175-4411.v18.2026.1512

Palavras-chave:

Educação em Saúde, Pediatria, Treinamento por Simulação

Resumo

Objetivo: investigar, na literatura científica, como as pesquisas abordam o processo de aprendizagem decorrente da simulação clínica pediátrica e sua relação com o uso de tecnologias educativas no campo da formação superior em saúde. Método: A metodologia parte de um estudo misto (quantitativo e qualitativo) baseado no modelo de revisão sistemática da Cochrane e pela análise de conteúdo de Bardin. Resultados: Foram selecionados 55 artigos, nos idiomas inglês, português e espanhol, os quais abordaram tanto habilidades técnicas como não técnicas. Em relação ao modelo de ensino, predominou o ensino presencial em 89,09%. Os tipos de simulação mais utilizados foram a simulação clínica por meio de simuladores (69,09%), como manequins de baixa a alta fidelidade, a dramatização (43,64%) e a simulação virtual (21,82%), sendo esta última, junto à telessimulação, os modos que se tornaram mais presentes na literatura a partir de 2020. A análise temática foi segmentada nas seguintes categorias: repercussões emocionais; bases teóricas para a aprendizagem; e o uso de tecnologias da informação e comunicação na simulação clínica. Conclusões: A simulação clínica em pediatria, baseada em teorias da aprendizagem e mediada por tecnologias, integra teoria e prática, envolvendo os alunos com a atividade.

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Biografia do Autor

Juan Felipe Soares Oliveira, UFRJ

Enfermeiro Pediatra formado pela Escola Superior de Ciências da Saúde (2019) e especializado através do programa de residência em Saúde da Criança e do Adolescente pelo Instituto de Puericultura e Pediatria Martagão Gesteira da Universidade Federal do Rio de Janeiro (IPPMG-UFRJ) em 2022. Mestre em Educação em Ciências e Saúde pelo Núcleo de Tecnologia Educacional para a Saúde (NUTES-UFRJ) em 2024. Experiência na área de Pediatria e de Educação Continuada. Áreas de pesquisa: Saúde da Criança, Educação em Saúde e Tecnologias Digitais da Informação e Comunicação.

Miriam Struchiner, UFRJ

Professora Titular da Universidade Federal do Rio de Janeiro, coordenadora do Laboratório de Tecnologias Cognitivas (LTC/NUTES) desde 1995, líder do grupo de pesquisa "Pesquisa e Desenvolvimento de Ambientes Construtivistas de Aprendizagem Presenciais e a Distância com o uso de Tecnologias da Informação e Comunicação". Atua nas áreas de Tecnologia Educacional, com ênfase na pesquisa e desenvolvimento de Ambientes de Aprendizagem mediados pelas Tecnologias Digitais de Informação e Comunicação (TDIC) e no uso de Redes Sociais na Educação em Ciências e Saúde, principalmente nos seguintes temas: educação a distância, Internet e Educação, aprendizagem colaborativa, construtivismo social, formação de recursos humanos em saúde e educação em ciências e saúde na escola básica. Possui graduação em Desenho Industrial pela Universidade do Estado do Rio de Janeiro (1977), mestrado em Educação - Boston University (1986) e doutorado em Educação - Boston University (1992). É membro fundador da Rede Nacional de Ciência para a Educação -CpE. Foi bolsista CONICYT (Comision Nacional de Investigación Científica y Tecnológica)/Chile), atuando como em pesquisa e ensino de pós-graduação no programa de Enseñanza de las Ciências da PUC-Valparaíso (2015-2016). Membro do RRIdata network - Responsible Research and Innovation - Open University, UK; Colaboradora associada dos projetos internacionais CONNECT inclusive Open Schooling and OLAF ? Online Learning and Fun - European Comission - EC (2020-2023). Membro do Advisory Board do Projeto CONNECT-HORIZON-2020-2023. Atuou como Coordenadora do Programa de Pós-graduação do NUTES/UFRJ entre 1998-2002 e como Diretora do NUTES/UFRJ (atual Instituto NUTES de Educação em Ciências e Saúde) nos seguintes períodos: 2002-2010 e 2013-2015.

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Publicado

21-03-2026

Como Citar

Soares Oliveira, J. F., & Struchiner, M. (2026). O Processo de aprendizagem na simulação clínica pediátrica e o papel das tecnologias educativas: uma revisão sistemática. Journal of Health Informatics, 18(1), 1512. https://doi.org/10.59681/2175-4411.v18.2026.1512

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