Relação entre aplicativos geossociais e infecções sexualmente transmissíveis
Palavras-chave:
Aplicativos Móveis, Comportamento sexual, Doenças Sexualmente TransmissíveisResumo
Objetivo: Examinar a relação entre uso de aplicativos geossociais com adoção de práticas preventivas de Infecções Sexualmente Transmissíveis (ISTs). Métodos: Estudo descritivo, prospectivo e transversal com abordagem quantitativa, com 256 estudantes da Universidade Federal do Oeste do Pará. Os dados foram analisados com auxílio do software Bioestat® 5.0 e da biblioteca SciPy da linguagem Python. Resultados: Houve predominância do sexo feminino (62%), faixa etária de 18-23 anos (68%) e heterossexuais (79%). Foram fatores associados ao uso de aplicativos: Orientação sexual (p = 0,0001), frequência de utilização de proteção sexual (p = 0,0350), finalidade da utilização de proteção sexual (p = 0,0004) e periodicidade de testes de ISTs (p = 0,0029). Conclusão: Usuários de aplicativos geossociais são jovens. Indivíduos homossexuais apresentam maior tendência a busca destas plataformas. Características e particularidades do consumo dos aplicativos estão associadas a utilização inconsistente de proteção sexual e propensão a realização de testes de ISTs.Downloads
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Publicado
30-11-2020
Como Citar
Justino, A. F., Ramos, L. F. P., de Souza, Éfren L., & Lobato, F. M. F. (2020). Relação entre aplicativos geossociais e infecções sexualmente transmissíveis. Journal of Health Informatics, 12(4). Recuperado de https://jhi.sbis.org.br/index.php/jhi-sbis/article/view/757
Edição
Seção
Artigo Original
